19 janeiro, 2007

Um.

Ontem, ela e eu entramos de novo numa discussão que já haviamos tido. Mas, oh! Valeu a pena. De novo eu falei sobre as fraquezas humanas, sobre a falsidade, sobre os problemas de conduta de quem nos cerca. E de novo ela concordou comigo. E a nossa amizade se fortaleceu com um pacto. E não havia sangue, nem dinheiro, nem contrato, nem testemunhas. Haviam eu, meu monitor, um cabo, o monitor dela e ela. E a única prova. Uma frase. Um lema. Que diz tudo. Que sintetiza toda a sinceridade que empreenderei junto a ela até o ano de 3007.

"De Verdade"

Assim nós vamos ser naquelas noites morosas. E nas agitadas também. Quando virmos todo a injustiça que aparece dos nossos lados, e a falta de vergonha que aparece na nossa frente. No meio das nossas palavras, fecharemos os olhos e só aparecerá uma palavra na mente: VERDADE. Porque esse é o nosso compromisso.
Compromisso de ser sempre sincero. Se a gente gosta, a gente fala. Se não gosta, fala também.
Essa é a moral. Alternar a paixão e a cólera o tempo todo. Paixão como a que sinto pela minha companheira. E cólera como a que sinto por quem não gosta dela.

Está inaugurado o Paixão e Cólera.

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