
Eu me sentei hoje em frente a esse computador disposto a escrever algo para a Michele. Algo bom. Algo definitvo. Queria escrever algo como um gol aos 48 minutos que sepulta as chances do adversário. Queria escrever algo como uma flor depois de uma briga. Um dez num exame. Um muito obrigado. Um algo cabal. Pensei, pensei, pensei, e nada bom me apareceu. Quando eu já estava ficando muito triste, resolvi ouvir uma música que, particularmente, acho muito bonita, e que é cabal como o texto que queria escrever. Uma música daquelas que se põe numa noite em que se quer algo mais. Uma música de segundas intenções. Mesmo assim achei que valia.
A música é "Baby Can I Hold You?", de um cantor chamado Tracy Chapman. E eu a adaptei para algo que eu gostaria de dizer, aproveitando essa ausência rápida da Michele.
"Desculpas são tudo que você não deve dizer. Os anos vão passar e permanecer, mas as palavras não retornam. Também não adianta me pedir para esquecer, pois não vou dizer algo assim. Mas você pode me perguntar se pode me abraçar, e te dizer as palavras certas, na hora certa. O que eu posso dizer, e toda noite gostaria de dizer, é "você pode me abraçar?". Talvez se eu disser as palavras certas na hora certa..."
Isso é só porque o carinho que eu criei por você, Michele, é muito grande, e irreversível. E todas as noites que sentado aqui, eu te encontro do outro lado, sorrindo, brincando, brigando, chorando, eu tenho uma vontade muito grande de te dar um grande abraço, mas sem pedir permissão como na música. Um abraço maior do que os que te dei nas poucas vezes que nos encontramos. Como os que dou mentalmente todos os dias daqui. Você já é muito especial. Já é uma das minhas paixões.
Me desculpe por não estar inspirado, nem escrever algo que seja realmente bonito. Mas uma vez alguém disse que basta que a frase seja sincera, e isso já basta. E as minhas são sinceras. São de verdade. O melhor pra você, gatsinha.
A música é "Baby Can I Hold You?", de um cantor chamado Tracy Chapman. E eu a adaptei para algo que eu gostaria de dizer, aproveitando essa ausência rápida da Michele.
"Desculpas são tudo que você não deve dizer. Os anos vão passar e permanecer, mas as palavras não retornam. Também não adianta me pedir para esquecer, pois não vou dizer algo assim. Mas você pode me perguntar se pode me abraçar, e te dizer as palavras certas, na hora certa. O que eu posso dizer, e toda noite gostaria de dizer, é "você pode me abraçar?". Talvez se eu disser as palavras certas na hora certa..."
Isso é só porque o carinho que eu criei por você, Michele, é muito grande, e irreversível. E todas as noites que sentado aqui, eu te encontro do outro lado, sorrindo, brincando, brigando, chorando, eu tenho uma vontade muito grande de te dar um grande abraço, mas sem pedir permissão como na música. Um abraço maior do que os que te dei nas poucas vezes que nos encontramos. Como os que dou mentalmente todos os dias daqui. Você já é muito especial. Já é uma das minhas paixões.
Me desculpe por não estar inspirado, nem escrever algo que seja realmente bonito. Mas uma vez alguém disse que basta que a frase seja sincera, e isso já basta. E as minhas são sinceras. São de verdade. O melhor pra você, gatsinha.