Eu quero dizer, e tenho certeza que a Michele vai concordar comigo, que não tem coisa pior que gente prevalecida. Falsidade a gente aceita, tenta conviver, pratica tai chi chuan e vai levando. Pessoas invejosas, fofoca, outras coisas ruins, a gente evita. Mas os boçais é impossível. Eles vêm se espalhando no seu caminho como água suja no chão limpo, tomam todos os espaços e sufocam até aquele resto de bom-senso que você guarda para os momentos de necessidade. Aí, quando eles começam a sessão de te aborrecer, não há yoga que segure o ímpeto de voar no pescoço do dito cujo e torcer até sair todo o sangue como fazemos com o suco de um limão, recolher numa vazilha e fazê-lo se afogar no líquido vermelho. Aliás, é incrível a capacidade que os boçais têm de nuvear nossa visão e nos alijar de nossa capacidade de discernir o certo do errado.
A Michele me contava, há algum tempo, sobre um caso de um alguém que, mesmo depois de todas as dicas educadas, de todo o exercício de polidez que alguém recebe de seus pais e da sociedade, todas as indiretas mais diretas que um chute do Roberto Carlos, continuava se espalhando a cada oportunidade, a la Nigel Mansel nas curvas de Mônaco. Contou também a situação que derivou nesse post: a sua clássica e inescapável perda do restinho de paciência que ainda havia. Falou sobre tudo que disse ao dito cujo alguém, sendo que tais palavras fariam até a mais ignorante das portas perceber a mensagem que nem implícita era mais.
Terminado o episódio, após um tempo de calmaria que sucede a tempestade, o indivíduo novamente ensaia sua entrada triunfal no rol das pessoas mais odiadas. E quando a Michele, que tem o pavio bem mais curto que o meu (apesar que o meu é bem longuinho, sem apologias), sentiu o sangue ferver, eu entrei em ação para dar uma acalmada.
Todo esse relato leva a minha conclusão: há algo no mundo pior que pessoas prevalecidas. São elas as pessoas prevalecidas que acham que ser assim é normal. Ou melhor, que não chegam a perceber que são boçais. Porque, convenhamos, é preferível alguém ser ruim e ter consciência disso, do que ser prevalecido e nem se ligar das m... que faz. Se quer ser um mala, que pelo menos faça bem feito.
A Michele me contava, há algum tempo, sobre um caso de um alguém que, mesmo depois de todas as dicas educadas, de todo o exercício de polidez que alguém recebe de seus pais e da sociedade, todas as indiretas mais diretas que um chute do Roberto Carlos, continuava se espalhando a cada oportunidade, a la Nigel Mansel nas curvas de Mônaco. Contou também a situação que derivou nesse post: a sua clássica e inescapável perda do restinho de paciência que ainda havia. Falou sobre tudo que disse ao dito cujo alguém, sendo que tais palavras fariam até a mais ignorante das portas perceber a mensagem que nem implícita era mais.
Terminado o episódio, após um tempo de calmaria que sucede a tempestade, o indivíduo novamente ensaia sua entrada triunfal no rol das pessoas mais odiadas. E quando a Michele, que tem o pavio bem mais curto que o meu (apesar que o meu é bem longuinho, sem apologias), sentiu o sangue ferver, eu entrei em ação para dar uma acalmada.
Todo esse relato leva a minha conclusão: há algo no mundo pior que pessoas prevalecidas. São elas as pessoas prevalecidas que acham que ser assim é normal. Ou melhor, que não chegam a perceber que são boçais. Porque, convenhamos, é preferível alguém ser ruim e ter consciência disso, do que ser prevalecido e nem se ligar das m... que faz. Se quer ser um mala, que pelo menos faça bem feito.
Um comentário:
falou T U D O , reeealmente, é prefirivel que a pessoa seja TODA errada mas que se toque disso do que ficar repetindo as mesmas "m...", isso que me ferve o sangue, a gente tenta ensinar, mas esse povo não aprende! :~;
Beeijo Jouber,
obrigada por me compreender! :*
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